No teste cego, ninguém preferia a Coca. Com o rótulo na frente, ela ganhou.

Em 2004, pesquisadores do Baylor College of Medicine deram Coca e Pepsi a voluntários dentro de um aparelho de ressonância magnética. Sem saber a marca, não havia preferência confiável. Quando viam o rótulo da Coca, a preferência mudava e acendiam áreas do cérebro ligadas à memória e às emoções. O rótulo da Pepsi não teve esse efeito.
O gosto era o mesmo. O que mudou foi a memória. Marca não é logo: é o que o cliente lembra e sente antes de provar.
Ressonância magnética enquanto as pessoas bebiam.
Pesquisadores do Baylor College of Medicine deram Coca e Pepsi a voluntários dentro de um aparelho de ressonância. Às vezes sem dizer qual era, às vezes mostrando a marca antes do gole.

Às cegas, não havia preferência confiável.
Só pelo gosto, os voluntários se dividiam: alguns preferiam uma, outros a outra, muitos não sabiam dizer. Os dois refrigerantes são parecidos demais.

Vendo a marca Coca, a preferência mudava, e o cérebro também.
Com o rótulo na frente, a maioria escolhia a Coca. Na ressonância, acendiam áreas ligadas à memória e às emoções. O rótulo da Pepsi não teve esse efeito.

Marca não é logo. É o que a pessoa lembra de você.
O gosto era o mesmo. O que mudou foi a memória: décadas de anúncio, música, Natal, geladeira vermelha. Marca é o que o cliente sente antes de provar.

Cinco coisas que fazem uma marca ser lembrada.
- Um nome que se fala fácilse o cliente não sabe pronunciar, não indica
- Uma cor que é só suae que aparece em tudo: site, embalagem, perfil
- O mesmo jeito de falarno post, no WhatsApp e na etiqueta
- Uma promessa que você cumpre sempremarca é repetição, não campanha
- Aparecer com frequênciaquem some do feed some da memória

Sua marca muda o sabor do seu produto?
Manda o @ ou o site na DM. A gente olha nome, cores, tom de voz e frequência e te fala o que está construindo memória e o que está só ocupando espaço.
Fonte. McClure e colegas (2004), Neural Correlates of Behavioral Preference for Culturally Familiar Drinks. Neuron, 44(2), 379-387. Baylor College of Medicine.


