Site barato não sai barato. Ele só cobra a conta depois.

Quase metade dos brasileiros (48%) já abandonou uma compra porque não confiou no site ou no app, segundo a Serasa Experian. Agora pensa: quantas pessoas entraram no seu site, acharam com cara de improviso e foram embora sem você nem saber?
O barato vira caro quando o site precisa ser refeito do zero, sai do ar e ninguém responde, ou quando você descobre que o domínio nem está no seu nome.
48% dos brasileiros já desistiram de uma compra por não confiar no site.
Quase metade. Não foi o preço nem o produto: foi a sensação de que ali não dava pra confiar. E 91% dizem que segurança é o fator mais importante na hora de comprar online.

Entrou, achou cara de improviso e foi embora.
Quantas pessoas fizeram isso no seu site esta semana? Ninguém avisa. A pessoa só fecha a aba e compra do concorrente.

Refazer do zero.
Site montado às pressas não aguenta crescer: não dá pra mexer, não dá pra medir, não dá pra vender. Um ano depois você paga de novo, agora pra fazer direito.

Sai do ar e ninguém responde.
Hospedagem de qualquer jeito, sem backup, sem suporte. Quando cai (e cai), você descobre que quem fez o site sumiu.

O domínio nem está no seu nome.
Registrado no CPF de quem fez, no cartão de quem fez. O endereço da sua empresa na internet pertence a outra pessoa. Se a relação acabar, o site vai junto.

Preço baixo demais? O que ficou de fora?
Antes de fechar, pergunta: o domínio fica no meu nome? Tem hospedagem e backup? Quem responde quando cair? Dá pra crescer sem refazer? A gente responde tudo isso na DM.
Fonte. Serasa Experian, Relatório de Identidade Digital e Fraude 2025.


